quinta-feira, 3 de setembro de 2015

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Já Te vi nas luas e sóis
Já Te pensei irado
Já Te fiz rituais
Já Te entreguei meu coração
Já Te toquei na água do mar
Houve um tempo em que Te imaginei inacessível
Pela luzes Te vejo hoje
E quando não há luz ainda Te sinto
Te busco, agora,
No grão de areia,
Nos olhos de quem me apedreja
E na primavera, que às vezes demora,
Mas sempre chega.


Jean Moreno, sem data

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